
O linfoma não Hodgkin é um dos cânceres mais comuns nos Estados Unidos, respondendo por cerca de 4% de todos os cânceres.1
O sistema linfático é formado, principalmente, por linfócitos, um tipo de glóbulo branco que ajuda o corpo a combater infecções.1
Existem 2 tipos principais de linfócitos:
Linfomas de células B
Normalmente, as células B ajudam a proteger o corpo contra bactérias ou vírus,
produzindo proteínas chamadas anticorpos. Os anticorpos se ligam a esses organismos, marcando-os para serem destruídos por outras partes do sistema imunológico.3
Linfomas de células T
Existem vários tipos de células T, algumas células delas destroem vírus e bactérias, ou células anormais no corpo. Outras células T ajudam a aumentar ou retardar a atividade de outras células do sistema imunológico.
Sintomas comuns do linfoma não Hodgkin:
Gânglios linfáticos
aumentados.
Coceira.
Perda
de peso.
Fadiga.
Abdomên
inchado.
Sentir-se satisfeito depois de uma pequena quantidade de comida.
Dor ou pressão
no peito.
Falta de ar
ou tosse.
Infecções graves
e frequentes.
Hematomas
ou sangramentos.
Algumas pessoas com linfoma não Hodgkin apresentam os chamados sintomas B:3
Suor noturno.
Febre (que pode ir e vir durante vários dias ou semanas) sem infecção.
Perda de peso sem esforço (pelo menos 10% do peso corporal em 6 meses).
Opções de tratamento
O tratamento do linfoma não Hodgkin depende de qual tipo é, por isso a importância de que os médicos realizem o diagnóstico preciso.9
Para isso, o diagnóstico sobre o tipo de linfoma depende do linfócito afetado (células B ou células T) e quão maduras as células são quando se tornam cancerosas, entre outros fatores.9
Linfomas de células T periféricas (LCTP ou PTCL, em inglês)
Os LCTP compreendem um grupo de mais de 25 subtipos de linfoma não Hodgkin.4-6
As opções de tratamento mais comumente usadas são regimes de quimioterapia combinada ou outros regimes multimedicamentosos, para pacientes em primeira linha de tratamento. Após o uso de terapias combinadas, alguns pacientes podem se beneficiar do transplante autólogo de células-tronco (TACT), no entanto, muitos pacientes não conseguem receber transplantes porque não estão aptos o suficiente.7
PTCL representa 10-24% dos casos de linfoma não-Hodgkin em várias regiões.7,8


Linfoma anaplásico de grandes células sistêmico (LAGCs ou sALCL, em inglês)
Os pacientes com LAGCs são divididos em dois grupos:
LAGCs positivo para ALK e LAGCs negativo para ALK. LAGCs positivo para ALK responde bem aos tratamentos de quimioterapia padrão, colocando a maioria dos pacientes em remissão em longo prazo. A maioria das pessoas com LAGCs negativo para ALK também responde inicialmente ao tratamento, mas a doença tem maior probabilidade de recidiva dentro de cinco anos. 9
O tratamento inicial para LAGCs é um regime de quimioterapia combinada.9
No entanto, pode ocorrer recidiva e os resultados são reservados entre os pacientes. Em muitos casos, os médicos recorrem a terapia alvo como opção de tratamento.10
~40-65% terapia de primeira linha
Linfoma cutâneo de células T (LCCT ou CTCL, em inglês)
O LCCT afeta mais comumente a pele, mas pode afetar cada paciente de forma diferente.11
A maioria dos tipos de LCCT geralmente é tratável, mas não curável. Pacientes com LCCT podem receber terapias direcionadas à pele ou sistêmicas, dependendo do estágio de sua doença.11
No mundo ocidental, a incidência anual estimada de CTCL é de
1 em cada 100.00011


